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Negócios - 3
Negócios - 3
Um bom exemplo de decisões apressadas e, por isso, impensadas foi dado durante o período de racionamento de energia elétrica que assolou o país no inverno de 2001.
Ficou estipulado que haveria um limite para o consumo mensal para cada residência. O valor permitido seria 20% menor que o consumo médio durante o inverno do mesmo ano.
A principio ate parece uma medida justa, porém quando se analisa mais profundamente, verificasse que tal medida deixa margens a inúmeros questionamentos.
A redução de 20% pode ate ser fácil para aqueles que apresentavam um alto consumo, sem a menor preocupação sobre economia de energia.
Todavia, para muitos outros tal medida era impossível de ser cumprida sem atingir necessidades básicas. Os que se encontraram nesta situação foram aqueles que já praticavam o uso adequado da eletricidade, otimizando o consumo, tanto pela conscientização da necessidade de se evitar gastos desnecessários quanto para poupar dinheiro.
Desta forma, varias distorções existiram que, mesmo apresentando as devidas justificativas, não foram corrigidas.
Uma determinação estipulada foi que todo aquele que requisitasse, durante o racionamento, a instalação de medidor trifásico teriam o limite de 250 kW mensais. Fica claro o reconhecimento de que para uma residência desta categoria necessita de, no mínimo, este consumo.
Porem, em minha residência o consumo mensal, durante aquele inverno, foi de 220kW.
Baseando-se na sensatez, qualquer um pode claramente reconhecer que não deveria ocorrer a aplicação da redução de 20% em uma situações como esta.
Mas não foi isto que aconteceu, tivemos, então, que nos adaptar a 175kW.
Mesmo tendo sido requisitado a correção desta discrepância de coerência através da apresentação de documentação demonstrando que a residência havia sido reformada e aumentada durante este período, mas nem assim agiram com um pouco de bom senso.
Escrito por Claudio às 15h15
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Negócios - 2
Negócios - 2
Alguns anos atrás eu precisava comprar persianas para as janelas do quarto de dormir. Obviamente que, como havia terminado a obra da casa, com dinheiro escasso, eu e minha esposa fizemos uma pesquisa de preços.
Os fatores que envolviam a nossa escolha era preço e prazo de entrega, pois já estávamos dormindo neste quarto e a luz que entrava pelas janelas no fazia despertar ainda muito cedo.
Apos percorrer varias lojas, percebemos que não havia grande variedade na qualidade, apesar de haver persianas, pelo menos no que era apresentado no mostruário.
Apos a odisséia, selecionamos a loja e efetuamos a compra.
No dia marcado para a entrega, providenciamos para que alguém estivesse em casa para poder receber os entregadores, porem, nada aconteceu.
Entramos em contato e fomos informados que haveria atraso na entrega. Note que não houve a menor preocupação de avisar sobre o atraso com antecedência.
Apesar das reclamações, a entrega foi sendo prorrogada para um prazo maior que o previsto em outras lojas que, inclusive, apresentaram preço menor.
Em situações como esta, o individuo, diante de sua impotência, se questiona sobre utilidade da pesquisa de preços e prazos.
Seria necessário o desenvolvimento de uma política de respeito ao consumidor, o que, infelizmente, ate o presente momento, não foi criado dispositivos eficazes para a solução de problemas como este.
É de fundamental importância a ponderação e o planejamento correto em todas as situações. Como não poderia deixar de ser, os governantes deveriam ser os primeiros a demonstrar uma administração mais efetiva.
Continua...
Escrito por Claudio às 08h56
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Negócios - 1
Negócios -1
Um dos requisitos principais para que o empresário brasileiro possa ter algum sucesso na venda de seus produtos no mercado externo, quando o retorno financeiro ocorre em uma outra moeda, mais valorizada que a nacional, seria o cumprimento de prazo.
Aliado a este fator, existe ainda a clareza de condições e honestidade na transação.
Diante destes pontos, é preciso questionar o por que estas mesmas regras não podem ser aplicadas também no comercio interno, especialmente no varejo?
A inobservância de questões tão importante é uma fonte geradora de ansiedade, que repercutirá nas condições de vida de uma população.
É obvio que não se pode generalizar, assumindo que todos apresentam o mesmo comportamento, mas uma grande parcela dos lojistas e vendedores não se preocupa no cumprimento de prazos, por exemplo.
A cultura reinante de que é preciso amealhar o maior lucro possível com menos trabalho e custos, conduz a idéia de que o uso de material de menor qualidade e consumar a venda, independentemente se estará em condições de cumprir o que foi acordado, aumenta a sensação de desconfiança sempre que seja necessário efetuar alguma compra. A ansiedade aumenta ainda mais quando o que esta para ser comprado possui um alto valor agregado.
Um exemplo clássico será relatado em breve...
Escrito por Claudio às 18h18
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Colunista-2
Quero ser um colunista - 2
Já sei. Quero que seja instaurada a DEMOCRACIA como ela deve ser. Quero que seja tal qual Sócrates, o filósofo grego, descrevera, quinhentos anos antes de Cristo, como deveria ser o comportamento dos legisladores e suas intenções nos cargos que ocupam. Disse ele que o verdadeiro governante deve visar o interesse do governado em primeiro lugar e não o proveito próprio.
O que? Por que não pode ser assim? Sócrates foi acusado e sentenciado a beber cicuta?
Ora, reconheço que os relatos de suas idéias não são de fácil entendimento, porém aqueles que as compreende poderiam explica-las. Um pouco de emprenho e de estudo não faz mal a ninguém. Suas palavras continuam vivas.
O que? Não são tão vivas assim? Ninguém fala delas?
Por que não? A população precisa ouvir para mudar o paradigma que se instala nas instituições brasileiras, sejam elas governamentais ou não. É preciso deter a marcha da postura debochada e escrachada de que tudo e qualquer coisa seja lícito, caso contrário a falência moral se estabelecerá.
Não, ainda não se estabeleceu. Ainda há tempo. É urgente, mas ainda há tempo.
Que posso fazer? Qual poderia ser a minha contribuição para frear esta escalada de atrocidades morais contra o próprio indivíduo e contra os outros? A política em um país é um reflexo da sua população ou vice-versa? Esclarecer um povo é esclarecer a todos?
Falo, mas ninguém ouve. Tento gritar, mas o som da minha voz é abafado pela correria do dia-a-dia e todo o ruído produzido neste processo.
Tapar os ouvidos com sons ensurdecedores não é a solução.
Já sei. Quero ser um colunista do grande jornal da vida, no contato com amigos e colegas, no contato com desconhecidos.
Um colunista que transmite a necessidade de mudança para que haja a esperança de um futuro melhor para nossos filhos, para os animais e para os vegetais.
Floresta, verde floresta com toda a vida pulsando e nós, ao redor, usando e usufruindo sem, contudo, destruir.
Peço a Deus forças para continuar com minha revolta ativa, sem sucumbir a tantos desmandos.
Escrito por Claudio às 15h51
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Colunista-1
Quero ser um colunista - 1
Sentados no sofá, televisão ligada, hora do telejornal. Não podíamos mais falar, pois meu pai, durante aqueles momentos, pedia total silencio para assistir ao noticiário na tv.
Silêncio diante do noticiário. Por que? Era época da Ditadura Militar, ouvia-se o que podia e nada era comentado.
Hoje se estabeleceu a Democracia neste imenso Brasil. Pode-se falar sobre o que quiser. Discutir política. Discutir os atos do governo.
Mas, de que adianta falar se ninguém ouve? Quem se preocupa com o que é dito pela população? Será isto o que se denomina de “Democracia”?
Não, não quero isto. Não quero a Ditadura também.
O que será que desejo? Do fundo de minha alma, como eu gostaria que fosse o lugar onde vivo?
Medito a respeito de mim mesmo...
Continua...
Escrito por Claudio às 15h50
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Bardo Thödol
O Livro Tibetano dos Mortos
A etapa de Sansara que mais causa espécie e uma grande fonte de dúvidas e temor é, sem dúvida, a morte. Por causa desta “desconhecida senhora” que, mais cedo ou mais tarde, irá nos visitar particularmente, as maiores barbaridades são cometidas. Sabemos da sua existência, ou melhor, da sua ocorrência, observamos os modos de ação de que dispõe e, por isso, temos conhecimentos de que age das mais variadas maneiras, acima da nossa capacidade de previsão.
Realmente, se formos analisar, poderemos observar que existe um número praticamente infinito de condições em que as pessoas morrem, mas não temos a mínima idéia de como será a nossa.
É impressionante que, apesar de nos causar tanto temor e, até mesmo, repulsa, o ser humano é capaz de infligir a morte a seus semelhantes. No mundo atual existe tanta violência, que as pessoas se matam por questões de uma variedade tão grande quanto às formas que fazem uso para chegar ao seu intento.
No ocidente, costuma-se evitar falar sobre o assunto, mas talvez, seja necessário conversar mais. Existem escolas para prepararem o indivíduo a lograr uma vida de realizações; todo iniciante em um novo emprego necessita de algum tempo de treinamento para realizar sua função corretamente; é necessário um tempo de aprendizado para se poder ler e a escrever. Na cultura ocidental recebemos treinamento para viver, mas não somos preparados para a morte, que é inevitável.
Acredito que as religiões deveriam suprir esta falha na educação do indivíduo, mas geralmente, com algumas exceções, não é o que acontece.
Conforme nos acostumamos com a idéia, é possível que a morte não nos cause mais aversão, aprendemos a encará-la como um fato natural, mais natural que se submeter a uma cirurgia, pois, muitos, nunca chegam perto de um centro cirúrgico, ao passo que ninguém está livre de morrer.
O Livro Tibetano dos Mortos é uma obra prima; um aviso para enquanto estamos vivos; um guia prático para auxiliar as pessoas que se encontram nos estágios do processo da morte física; e também, aos que já passaram por todas as etapas e que já estão no outro lado, os mortos. Enfim, alerta e conduz durante todos os processos e estágios que, como foi dito anteriormente, todos experimentaremos.
Fica a dica para quem ainda não leu.
Escrito por Claudio às 17h15
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Um Guia
Bodhicaryavatara
Este ensinamento, cujo título foi traduzido como “Um Guia para o Tipo de Vida de um Bodhisattva”*, surgiu de forma inesperada.
Santideva, um monge budista indiano do século VIII, nascido príncipe e destinado ao trono, renunciou a tudo para buscar o conhecimento. Por se apresentar e viver de forma sempre muito humilde, não era considerado como um mestre, pelo contrário, acreditava-se que não possuía as habilidades necessárias para tal. Enfim, era tido como um “peso morto”.
Certo dia, em uma tentativa de colocá-lo em situação embaraçosa para desencadear a sua partida, quando era realizado um estudo em grupo, seus companheiros o instigaram a declamar os sutras. Humildemente ele pergunta se gostariam que fossem lidos os sutras já conhecidos ou algo novo, obviamente que a resposta foi pelo inédito, pois ninguém o considerava em condições.
Assim, ele começou a declamar o Bodhicaryavatara, que era o resultado de suas observações e estudos, tendo como único propósito seu próprio entendimento.
Conta-se que quando estava perto do final, ele começou a se elevar no ar, subiu até não mais ser visto. Foi encontrado, muito tempo depois, em retiro numa montanha.
Várias pessoas que assistiram ao discurso o transcreveram para que não se perdesse, porém, cada qual escreveu de forma diferente e, quando Santideva foi finalmente encontrado, apontou o texto que mais se aproximava ao que havia declamado. Atualmente, este tratado é largamente praticado por todo aquele que é devotado aos ensinamentos Budistas.
Após a recitação inicial reverenciando aos Budas, Santideva esclarece que os ensinamentos se destinavam ao aprimoramento das pessoas, ensinando o caminho para atingir o estado de Bodhisattva. Duas etapas são essenciais para este estado ser atingido: a) primeiramente o indivíduo necessita querer se transformar e; b) trabalhar para atingir o intento.
Milagres não existem, mas dedicação para transformar a condição de vida.
* Bodhisattva - seres que atingiram a iluminação, mas que escolheram permanecer no nosso ambiente, trabalhando em prol da humanidade.
Escrito por Claudio às 16h03
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Os Cinco Evangelhos
Evangelho Segundo o Espiritismo ou o Novo Testamento?
Na elaboração do terceiro livro da Codificação Espírita, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec, certamente inspirado pelos Espíritos responsáveis pelo trabalho, optou por analisar apenas os ensinos morais apresentados por Jesus, relegando tudo o mais que há no Novo Testamento como fatos controversos e sem comprovação.
Sábia decisão.
O Evangelho de Judas, que é considerado o traidor de Jesus e que se acredita ter cometido suicídio devido ao remorso deste ato medonho, apresenta uma história completamente diferente.
http://news.nationalgeographic.com/news/2006/04/0406_060406_judas.html
Segundo esta nova versão dos fatos, Jesus teria pedido a Judas que cometesse a traição.
O que isto significa? Não saberia explicar, porém o importante é saber analisar os fatos.
Portanto, tudo que é dito a respeito de Judas não seria correto. O que dizer de tantas outras personagens do Novo Testamento?
Os Evangelhos contém muitas estórias que não representam o que realmente aconteceu. Estamos longe de desvendar estes mistérios, mas podemos avaliar os ensinos morais deixados pelo Cristo.
Escrito por Claudio às 16h46
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Um exemplo
Apenas como exemplo
No texto “Orar pelos outros funciona?” questionamos a validade da reportagem devido a falta de detalhes importantes.
Como exemplo, em reportagem do mesmo jornal, intitulado “Mídia leva adolescente ater sexo mais cedo”, no final do texto consta que o estudo foi “publicado este mês no jornal ‘Pediatrics’, da Academia Americana de Pediatria”.
(http://oglobo.globo.com/online/ciencia/mat/2006/04/03/246679087.asp)
Assim, qualquer leitor que queira mais detalhes para se aprofundar na questão saberá onde consultar, especialmente para avaliar o conteúdo da reportagem.
Um povo atento é mais difícil de ser enganado.
Escrito por Claudio às 10h43
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Orar pelos outros funciona? - 2
Orar pelos outros funciona? - 2
Muito interessante os comentários enviados sobre o texto "Orar pelos outros funciona?".
Eu coloquei esta avaliação da reportagem apresentada pq algunspontos são falhos.
O efeito da prece como apresentado, como bem colocou a Jeanne, "vem bem ao contrário do que tenho lido. Como trabalho em casa espírita e sou testemunha das curas que ali acontecem todos os dias, claro que acredito. Veja, as curas não são espetaculares, as pessoas não abandonam seus médicos, e tem que observar que elas (as curas) sempre acontecerão de acordo com o merecimento".
Realmente, o resultado obtido por esta pesquisa é contrário aos resultados de várias outras e também do que observamos no dia a dia. Especialmente pq, como bem colocou o Jorge, “Creio plenamente no efeito das orações independente da religião”.
É preciso lembrar que, segundo a igreja, não adianta orar por aqueles que já se encontram no "inferno" e pelos suicidas. Se as penas são eternas, não haveria meios de mudar.
Quem sabe qual seria a intenção real por trás deste estudo?
Atenção e bom senso para as notícias.
Abraços a todos e obrigado pela contribuição.
OBS 1. "Atenção e bom senso" é um plágio do "Vigiai e orai". Será que Ele se importa????
OBS 2. Já ia me esquecendo: Orem pela Silvana – ela é vestibulanda.
Escrito por Claudio às 10h17
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