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Jesus (texto 2)
continuação do texto de 08/02/2006
JESUS
Para entendermos esta questão, vejamos o seguinte raciocínio:
Assistimos nos filmes de cinema o mocinho e herói capaz das maiores proezas e, como não poderia deixar de ser, a mocinha, normalmente protagonizada por uma bela mulher, em seus sonhos, vê apenas o herói, por quem suspira. Ao final terminam juntos, desfrutando da felicidade para todo o sempre.
Nas imagens destes filmes são utilizados efeitos especiais que, com o aprimoramento das técnicas disponíveis na atualidade, são capazes de propiciar resultados fantásticos.
Na vida cotidiana não existe a possibilidade da utilização de técnicas computacionais para inserir efeitos especiais, somos forçados a viver e obrar apenas com a realidade que nos é disponível. Quem se atreveria a perseguir bandidos, ladrões, assassinos, pulando sobre carros ou de carros a altas velocidades na vida real? Quem ousaria enfrentar covis de gangsteres, altamente armados, verdadeiros arsenais, apenas com um canivete? Cenas comuns nas criações dos grandes centros de cinema. Diante deste fato, algumas questões podem reverberar na mente: Por que trabalhar na busca de algo que, devido a condições inerentes, nunca será alcançado?
Por isso, quando as imagens de pessoas que possuem artifícios outros que não estão disponíveis para o comum dos seres são utilizadas como exemplo para um público qualquer, compreensivelmente, poderá produzir neste mesmo público um desânimo na busca de condições que, por limitações explícitas, não será possível alcançar ou, o que seria ainda pior, resolvem utilizar meios escusos para atingir tal intento.
Este raciocínio segue pura lógica e a mente humana, por mais despreparada intelectualmente que possa parecer, sempre apresentará um certo grau de raciocínio lógico, para isso é que durante milhões de anos a espécie humana vem evoluindo e se aprimorando.
Por outro lado, quando é apresentada uma condição possível de ser atingida, onde tudo aquilo que seja necessário para alcançar um certo intento esteja disponível, haverá razões para que se disponha ao trabalho.
Apresentando um Jesus em igualdades de condições com todas as pessoas, criado como qualquer outro, onde sua inegável superioridade não provém de uma pseudonatureza divina, mas devido ao seu elevado grau evolutivo, atingido através de inúmeras encarnações, deixa de ser um sacrilégio para se tornar um incentivo, um objetivo a ser alcançado.
Escrito por Claudio às 10h22
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Jesus (texto 1)
JESUS
Analisando a Doutrina Espírita, mesmo que superficialmente, observa-se que difere consideravelmente das outras vertentes do Cristianismo. É uma Doutrina Cristã, pois considera Jesus como o modelo, e, no que concerne a valores de ordem moral, segue os seus preceitos.
Também é Jesus considerado filho de Deus, mas sob uma conotação diferente. Sendo Deus o criador de tudo e de todos e, também, a bondade absoluta, então suas criações, com relação aos seres vivos especificamente, serão seus filhos, em alusão ao amor que um pai dedica ao seu filho. Portanto, Jesus é filho de Deus assim como todos os seres vivos. Sob este prisma, ele deixa de ser considerado como uma divindade para se tornar um irmão.
Alguns podem considerar uma diferença mínima, sem grande efeito no resultado final; outros podem considerar como uma heresia, pois seria uma negação de uma condição de “eleito”. Porém, esta visão proporciona uma nova diretriz para a vida de todo aquele que tem Jesus como exemplo.
Continua...
Escrito por Claudio às 15h17
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Respeito é bom
Respeito é bom e todo mundo gosta

O que é uma agressão?
A pergunta acima pode conduzir a uma infinidade de respostas, dependendo para quem ela é dirigida. Quando não se está ciente da posição de uma determinada pessoa ou grupo, não se deve tecer comentários a respeito de nada que lhe diga respeito.
Em um mundo globalizado (como muitos gostam de dizer, especialmente quanto tiram vantagem desta tão falada globalização) é preciso o máximo de cautela ao se expressar, pois nunca se terá certeza das reações que poderá acarretar.
Em certa passagem, as palavras de Jesus foram: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito; este o maior e o primeiro mandamento. E aqui tendes o segundo, semelhante a esse: Amarás o teu próximo, como a ti mesmo. – Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos.”
Por “amarás o teu próximo como a ti mesmo” significa que não devemos fazer aos outros o que não gostaríamos que os outros nos fizessem.
Como consta no texto intitulado “Dalai Lama” divulgado neste blog em 25/01/06, baseando-se no comportamento de pessoas como o Dalai Lama e Gandhi, somente em um mundo onde haja o respeito mútuo, seja entre vizinhos, cidades ou países, poderá haver a tranqüilidade e a paz duradoura.
É preciso lembrar que não somo iguais e cada um reage de uma forma diferente. Não estou me referindo apenas entre povos, mas também entre as pessoas de nosso convívio.
Roguemos para que a paz possa reinar em todo o mundo.
Escrito por Claudio às 10h01
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Plutão: é planeta ou não?
Plutão: é planeta ou não?

Credito da figura: Eliot Young (SwRI) et al., NASA
Observou-se nos noticiários e jornais que atualmente existe um debate sobre a “planetalidade” de Plutão. Isto se deve a descoberta de um objeto, maior que o nosso querido e estimado Plutão, na mesma região em que se encontra o nono planeta do Sistema Solar, isto é, na periferia.
Tudo se resume ao fato de ambos estarem em uma região do espaço, denominado de Cinturão de Kuiper, em que se encontram milhares de objetos similares (desde 1982 foram descobertos mais de 1000, todos menores que Plutão) e os astrônomos estimam encontrar mais de 500000.
Em outras palavras, Plutão pode deixar de ser considerado um planeta para se tornar um simples objeto do Cinturão de Kuiper. Em contrapartida, o objeto denominado de UB313 pode vir a ser considerado um planeta e receber um nome que, se for mantida a tradição, será de um deus grego.
Bem, tudo isto dependerá de uma reunião da International Astronomical Union (IAU), ainda este ano.
Até lá, vamos manter pensamento positivo para não perdermos um planeta do nosso sistema. Afinal, se eu fosse candidato a algum cargo político nestas eleições, não perderia a oportunidade e diria:
O PLUTÃO É NOSSO!
Obs1. O termo “planetalidade” não existe, foi criado por este blogista (ou será blogueiro?) (Tanto faz, é tudo nome inventado mesmo!!!).
Obs2. Este texto foi baseado no artigo publicado na Revista Nature, vol. 439 (janeiro, 2006).
Escrito por Claudio às 15h40
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