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Um Guia
Bodhicaryavatara
Este ensinamento, cujo título foi traduzido como “Um Guia para o Tipo de Vida de um Bodhisattva”*, surgiu de forma inesperada.
Santideva, um monge budista indiano do século VIII, nascido príncipe e destinado ao trono, renunciou a tudo para buscar o conhecimento. Por se apresentar e viver de forma sempre muito humilde, não era considerado como um mestre, pelo contrário, acreditava-se que não possuía as habilidades necessárias para tal. Enfim, era tido como um “peso morto”.
Certo dia, em uma tentativa de colocá-lo em situação embaraçosa para desencadear a sua partida, quando era realizado um estudo em grupo, seus companheiros o instigaram a declamar os sutras. Humildemente ele pergunta se gostariam que fossem lidos os sutras já conhecidos ou algo novo, obviamente que a resposta foi pelo inédito, pois ninguém o considerava em condições.
Assim, ele começou a declamar o Bodhicaryavatara, que era o resultado de suas observações e estudos, tendo como único propósito seu próprio entendimento.
Conta-se que quando estava perto do final, ele começou a se elevar no ar, subiu até não mais ser visto. Foi encontrado, muito tempo depois, em retiro numa montanha.
Várias pessoas que assistiram ao discurso o transcreveram para que não se perdesse, porém, cada qual escreveu de forma diferente e, quando Santideva foi finalmente encontrado, apontou o texto que mais se aproximava ao que havia declamado. Atualmente, este tratado é largamente praticado por todo aquele que é devotado aos ensinamentos Budistas.
Após a recitação inicial reverenciando aos Budas, Santideva esclarece que os ensinamentos se destinavam ao aprimoramento das pessoas, ensinando o caminho para atingir o estado de Bodhisattva. Duas etapas são essenciais para este estado ser atingido: a) primeiramente o indivíduo necessita querer se transformar e; b) trabalhar para atingir o intento.
Milagres não existem, mas dedicação para transformar a condição de vida.
* Bodhisattva - seres que atingiram a iluminação, mas que escolheram permanecer no nosso ambiente, trabalhando em prol da humanidade.
Escrito por Claudio às 16h03
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Os Cinco Evangelhos
Evangelho Segundo o Espiritismo ou o Novo Testamento?
Na elaboração do terceiro livro da Codificação Espírita, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec, certamente inspirado pelos Espíritos responsáveis pelo trabalho, optou por analisar apenas os ensinos morais apresentados por Jesus, relegando tudo o mais que há no Novo Testamento como fatos controversos e sem comprovação.
Sábia decisão.
O Evangelho de Judas, que é considerado o traidor de Jesus e que se acredita ter cometido suicídio devido ao remorso deste ato medonho, apresenta uma história completamente diferente.
http://news.nationalgeographic.com/news/2006/04/0406_060406_judas.html
Segundo esta nova versão dos fatos, Jesus teria pedido a Judas que cometesse a traição.
O que isto significa? Não saberia explicar, porém o importante é saber analisar os fatos.
Portanto, tudo que é dito a respeito de Judas não seria correto. O que dizer de tantas outras personagens do Novo Testamento?
Os Evangelhos contém muitas estórias que não representam o que realmente aconteceu. Estamos longe de desvendar estes mistérios, mas podemos avaliar os ensinos morais deixados pelo Cristo.
Escrito por Claudio às 16h46
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Um exemplo
Apenas como exemplo
No texto “Orar pelos outros funciona?” questionamos a validade da reportagem devido a falta de detalhes importantes.
Como exemplo, em reportagem do mesmo jornal, intitulado “Mídia leva adolescente ater sexo mais cedo”, no final do texto consta que o estudo foi “publicado este mês no jornal ‘Pediatrics’, da Academia Americana de Pediatria”.
(http://oglobo.globo.com/online/ciencia/mat/2006/04/03/246679087.asp)
Assim, qualquer leitor que queira mais detalhes para se aprofundar na questão saberá onde consultar, especialmente para avaliar o conteúdo da reportagem.
Um povo atento é mais difícil de ser enganado.
Escrito por Claudio às 10h43
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Orar pelos outros funciona? - 2
Orar pelos outros funciona? - 2
Muito interessante os comentários enviados sobre o texto "Orar pelos outros funciona?".
Eu coloquei esta avaliação da reportagem apresentada pq algunspontos são falhos.
O efeito da prece como apresentado, como bem colocou a Jeanne, "vem bem ao contrário do que tenho lido. Como trabalho em casa espírita e sou testemunha das curas que ali acontecem todos os dias, claro que acredito. Veja, as curas não são espetaculares, as pessoas não abandonam seus médicos, e tem que observar que elas (as curas) sempre acontecerão de acordo com o merecimento".
Realmente, o resultado obtido por esta pesquisa é contrário aos resultados de várias outras e também do que observamos no dia a dia. Especialmente pq, como bem colocou o Jorge, “Creio plenamente no efeito das orações independente da religião”.
É preciso lembrar que, segundo a igreja, não adianta orar por aqueles que já se encontram no "inferno" e pelos suicidas. Se as penas são eternas, não haveria meios de mudar.
Quem sabe qual seria a intenção real por trás deste estudo?
Atenção e bom senso para as notícias.
Abraços a todos e obrigado pela contribuição.
OBS 1. "Atenção e bom senso" é um plágio do "Vigiai e orai". Será que Ele se importa????
OBS 2. Já ia me esquecendo: Orem pela Silvana – ela é vestibulanda.
Escrito por Claudio às 10h17
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